MDL

Como os países com metas de redução de emissões podem reduzi-las?

Mecanismos de flexibilização estabelecidos pelo Protocolo de Kyoto: da a opção aos países escolherem, numa relação custo-benefício, a melhor forma para atingir as metas de redução estabelecidas pelo protocolo.

3.1 O primeiro é entre países do Anexo I. Aqueles que têm necessidade de reduzir emissões podem receber de outros países desenvolvidos que não tem essa necessidade parte de suas unidades de limitação estabelecidas (AAU), através do Comércio Internacional de Emissões (IET).

3.2 O segundo é a Implementação Conjunta (JI), também entre países do Anexo I, onde países desenvolvidos agem em conjunto para atingir suas metas. Basicamente um país A implementa projetos que levem a redução de emissões no país B, no qual os custos com a redução seriam mais baixos, ou seja, eles podem firmar um acordo para que ambos atinjam as metas estabelecidas em conjunto.

O terceiro é o único em que os países do Anexo 2 fazem parte, denominado:
3.3 Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). A essência deste é beneficiar com recursos financeiros e tecnológicos países em desenvolvimento, contribuindo ao desenvolvimento sustentável, gerando menor dependência de combustíveis fósseis nos países passíveis de investimentos e pode ser implementado no setor energético, de transporte e florestal. Através dele, os países desenvolvidos podem comprar reduções de emissões de países em desenvolvimento listados no Anexo 2, ou investir em projetos de diminuição nesses países.

Um princípio fundamental para o MDL é que tais projetos devem contribuir para o desenvolvimento sustentável dos países hospedeiros, de acordo com os critérios nacionais de desenvolvimento sustentável.

Os projetos de MDL deverão oferecer benefícios reais e MENS

Como os países com metas de redução de emissões podem reduzi-las?

Mecanismos de flexibilização estabelecidos pelo Protocolo de Kyoto: da a opção aos países escolherem, numa relação custo-benefício, a melhor forma para atingir as metas de redução estabelecidas pelo protocolo.

3.1 O primeiro é entre países do Anexo I. Aqueles que têm necessidade de reduzir emissões podem receber de outros países desenvolvidos que não tem essa necessidade parte de suas unidades de limitação estabelecidas (AAU), através do Comércio Internacional de Emissões (IET).

3.2 O segundo é a Implementação Conjunta (JI), também entre países do Anexo I, onde países desenvolvidos agem em conjunto para atingir suas metas. Basicamente um país A implementa projetos que levem a redução de emissões no país B, no qual os custos com a redução seriam mais baixos, ou seja, eles podem firmar um acordo para que ambos atinjam as metas estabelecidas em conjunto.

O terceiro é o único em que os países do Anexo 2 fazem parte, denominado:
3.3 Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). A essência deste é beneficiar com recursos financeiros e tecnológicos países em desenvolvimento, contribuindo ao desenvolvimento sustentável, gerando menor dependência de combustíveis fósseis nos países passíveis de investimentos e pode ser implementado no setor energético, de transporte e florestal. Através dele, os países desenvolvidos podem comprar reduções de emissões de países em desenvolvimento listados no Anexo 2, ou investir em projetos de diminuição nesses países.

Um princípio fundamental para o MDL é que tais projetos devem contribuir para o desenvolvimento sustentável dos países hospedeiros, de acordo com os critérios nacionais de desenvolvimento sustentável.

Os projetos de MDL deverão oferecer benefícios reais e MENSURÁVEIS em longo prazo, para mitigação do aquecimento global.

CDM Watch elaborou um manual sobre o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL ou CDM) destinado aos diferentes grupos de interesse – grupos comunitários, organizações civis e não governamentais etc. – que tenham pouca ou nenhuma experiência com o MDL.

URÁVEIS em longo prazo, para mitigação do aquecimento global.

CDM Watch elaborou um manual sobre o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL ou CDM) destinado aos diferentes grupos de interesse – grupos comunitários, organizações civis e não governamentais etc. – que tenham pouca ou nenhuma experiência com o MDL.

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